COMO A NFC-E REVOLUCIONARÁ RS

Rio Grande do Sul está prestes a adotar a Nota Fiscal Eletrônica de Consumidor, nota fiscal tão esperada pelos varejistas em todo Brasil e que agora desembarca em terras gauchas. Saiba agora como será essa revolução.

O que é a NFC-e

A NFC-e (Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica) é um documento fiscal eletrônico emitido para consumidor final, principalmente utilizada no varejo, tem como objetivo a agilidade, desburocratização, diminuição de custos e a facilidade de fiscalização por parte do Fisco.

A NFC-e já está em 25 Estados e começou a ser construída em 2012, onde o Fisco, na figura do ENCAT (Encontro Nacional dos Administradores e Coordenadores Tributários Estaduais) recebeu Varejistas e Software Houses para construir a nova Nota Fiscal Eletrônica, em um modelo participativo de Projeto Piloto da NFC-e onde foi discutida toda a construção do modelo de arquitetura, segurança, transmissão e validação da NFC-e. Estávamos lá desde o primeiro dia, foi épico!

Benefícios

A NFC-e traz inúmeros benefícios ao empreendedor, seja na redução dos custos de operação, ou, em suas obrigações acessórias. A primeira e grande vantagem é a dispensa da compra do Emissor de Cupom Fiscal Eletrônico, um equipamento caro, tanto na aquisição quanto em sua manutenção, que é feita por empresas credenciadas pelo fisco. Com o ECF também era necessário contar com uma impressora dedicada e integrada com o Programa Aplicativo Fiscal, o que traz ainda mais custos.

Os principais benefícios na adoção da NFC-e, são:

  • Encerramento do uso das máquinas ECF;
  • Não necessita de fiscalização nas máquinas por parte da Sefaz;
  • Possibilidade de uso de Impressora não fiscal;
  • Redução significativa de gasto com papel;
  • Simplificação de Obrigações Acessórias (dispensa de redução Z, leitura X, mapa de caixa, aposição de lacres, registros em atestados de intervenção);
  • Integrado com programas de Cidadania Fiscal (eliminação do envio posterior à Secretaria da Fazenda de Arquivos de Impressora Fiscal, como REDF);
  • Flexibilidade de Expansão de pontos de venda no estabelecimento sem necessidade de obtenção de autorização do Fisco;
  • Armazenamento dos documentos fiscais em plataformas digitais;
  • Maior controle e organização das notas geradas.
  • Possibilidade, a critério da Unidade Federada e do interesse do consumidor, de impressão de documento auxiliar resumido, ou apenas por mensagem eletrônica.

Abaixo podemos ver as principais diferenças entre o ECF (Emissor de Cupom Fiscal) e a NFC-e:

Obrigatoriedade da NFC-e em MG

No Rio Grande do Sul a última data de adesão a NFC-e foi postergada para janeiro de 2019, onde incluíra os contribuintes que obtiveram o faturamento igual ou abaixo de R$ 360.000,00. O estado já teve um grande número de adesões desde 2014, quando o projeto começou a ser implantado, desde então, 6 etapas de inclusão já foram concluídas.

O cronograma completo segue abaixo:

  • 01/09/2014 – Contribuintes enquadrados na modalidade geral que promovam operações de comércio atacadista e varejista
  • 01/11/2014 – Contribuintes com faturamento superior a R$ 10.800.000,00
  • 01/06/2015 – Contribuintes com faturamento superior a R$ 7.200.000,00
  • 01 /01/2016 – Contribuintes com faturamento superior a R$ 3.600.000,00 e estabelecimentos que iniciarem suas atividades a partir de 1 de janeiro de 2016
  • 01/07/2016 – Contribuintes com faturamento superior a R$ 1.800.000,00
  • 01/01/2017 – Contribuintes com faturamento superior a R$ 360.000,00
  • 01/01/2019 – Contribuintes com faturamento igual ou abaixo de R$ 360.000,00.
  • 01/01/2020 – Demais contribuintes que promovam operações de comércio varejista

Após a data de obrigatoriedade, o contribuinte tem o prazo de 2 anos de uso do ECF, lhe permitindo maior tempo para se adequar as novas regras.

Economize até 50% com a NFC-e

Tem dúvidas se deve migrar do ECF para a NFC-e?

Acesse agora nossa Calculadora, veja o quanto de economia a NFC-e poderá trazer para seu varejo.

Reduza seus custos em até 50% migrando agora mesmo para a NFC-e!